domingo, 4 de julho de 2010
quinta-feira, 27 de maio de 2010
Ay me voy otra vez, ay te dejo Fairmont!
Último post diretamente da 140 Putnan St, Morgantown!
Depois de 5 horas de vai, volta, dobra, encolhe, empurra, ensaca, escolhe, abre, fecha, senta em cima, aperta, troca, ajeita, vira, aperta mais um pouco, e vai ali no Walmart comprar outra mala, finalmente está tudo pronto, fechadinho e dentro do carro.
Estou me sentindo a maior muambeira da paróquia! Duas malas gigantes de 32 quilos não deram conta, tive que usar mais uma. Mas se é pra pagar extra e levar uma mala a mais, não pode ser uma malinha, né? Tem que ser uma mala assim pelo menos respeitável de 28 inches =) O problema todo é que fui pega de surpresa, e tinha muita coisa, e no final ainda fui ali fazer umas comprinhas (e vários quilos de encomenda das pessoas que não tem noção), e aí ferrou. Mas considerando que estou transportando uma vida (oh!) pra nunca mais voltar (oh!) não é tão mau =)
***
Top 5 American Life
1. Walmart. Tem de tudo, tem de tudo barato, e fica aberto 24 horas. Tem comida, tem roupa, tem sapato, tem bolsa, tem blusa dos bítous, tem mala, tem decoração, tem presente, tem bolo, tem balão, tem artigos esportivos, tem de tudo. E já falei que todos são 24h?
2. Vida em inglês. Várias expressões que eu sempre quis usar que a gente vê em livro, filme, seriado, e aqui pode! Definitely!
3. Caminho das Índias. Aprender sobre a cultura, a língua, a comida, os costumes desse povo tão diferente, mas tão parecido com o brasileiro em certos aspectos. Fazer amigos que realmente se preocupam com você, na nossa concepção de preocupação =)
4. Comida americana, junk food, mashed potatoes, café da manhã do McDonalds, Applebees, Taco Bells, Ben&Jerrys, M&M, manteiga de amendoim, marshmellow, café no copão, smoothie, sanduíche-íche-íche, hmmmmm!
5. Segurança. Sair sozinha pela cidade (ou pelas cidades), largar o GPS no carro, largar as portas abertas, largar as malas no aeroporto, sem medo de ser feliz.
Worst 5 American Life
1. Americanos em geral. Tirando algumas exceções, de modo geral o que eu achava se manteve - um povo que não faz questão do que não é deles, que não tem passaporte, que reclama demais, que é muito acomodado, e que não sabe nem dar raça nem se divertir como a gente.
2. Projeto. Não ia dar muito certo, eu não ia aprender muito, eu estava trabalhando com uns biltres, estou feliz que acabou (sad but true).
3. Fairmont / Morgantown / West Virginia - não deu. Não sou animal de interior. Preciso de gente, de cidade grande, de coisas acontecendo, prédio, engarrafamento, barulho, bagunça. Por mais que sejam cidades com tudo, falta e muito.
4. Ter que pensar pra tudo, pra se comunicar, pra entender as pessoas, pra ouvir música, pra trabalhar, pra dirigir, pra ir ali no walmart. Cansa!
5. Não ter amigos pra ligar às 2 da manhã e ir tomar uma cerveja (só virtualmente!). A gente não precisa fazer isso de verdade, mas a gente precisa saber que eles estão lá. E se a gente quiser fazer boneco de neve, ou se quiser fazer biscoitos, ou se só quiser sair de casa 15 minutos antes de ficar louca, eles têm que estar lá. E se a gente quiser chorar cântaros porque ficou presa na neve, ou se a gente quiser ficar feliz porque acha que vai ser promovida, eles tem que estar lá. Não é fácil de ter, e não é fácil de ter por perto!
Depois de 5 horas de vai, volta, dobra, encolhe, empurra, ensaca, escolhe, abre, fecha, senta em cima, aperta, troca, ajeita, vira, aperta mais um pouco, e vai ali no Walmart comprar outra mala, finalmente está tudo pronto, fechadinho e dentro do carro.
Estou me sentindo a maior muambeira da paróquia! Duas malas gigantes de 32 quilos não deram conta, tive que usar mais uma. Mas se é pra pagar extra e levar uma mala a mais, não pode ser uma malinha, né? Tem que ser uma mala assim pelo menos respeitável de 28 inches =) O problema todo é que fui pega de surpresa, e tinha muita coisa, e no final ainda fui ali fazer umas comprinhas (e vários quilos de encomenda das pessoas que não tem noção), e aí ferrou. Mas considerando que estou transportando uma vida (oh!) pra nunca mais voltar (oh!) não é tão mau =)
***
Top 5 American Life
1. Walmart. Tem de tudo, tem de tudo barato, e fica aberto 24 horas. Tem comida, tem roupa, tem sapato, tem bolsa, tem blusa dos bítous, tem mala, tem decoração, tem presente, tem bolo, tem balão, tem artigos esportivos, tem de tudo. E já falei que todos são 24h?
2. Vida em inglês. Várias expressões que eu sempre quis usar que a gente vê em livro, filme, seriado, e aqui pode! Definitely!
3. Caminho das Índias. Aprender sobre a cultura, a língua, a comida, os costumes desse povo tão diferente, mas tão parecido com o brasileiro em certos aspectos. Fazer amigos que realmente se preocupam com você, na nossa concepção de preocupação =)
4. Comida americana, junk food, mashed potatoes, café da manhã do McDonalds, Applebees, Taco Bells, Ben&Jerrys, M&M, manteiga de amendoim, marshmellow, café no copão, smoothie, sanduíche-íche-íche, hmmmmm!
5. Segurança. Sair sozinha pela cidade (ou pelas cidades), largar o GPS no carro, largar as portas abertas, largar as malas no aeroporto, sem medo de ser feliz.
Worst 5 American Life
1. Americanos em geral. Tirando algumas exceções, de modo geral o que eu achava se manteve - um povo que não faz questão do que não é deles, que não tem passaporte, que reclama demais, que é muito acomodado, e que não sabe nem dar raça nem se divertir como a gente.
2. Projeto. Não ia dar muito certo, eu não ia aprender muito, eu estava trabalhando com uns biltres, estou feliz que acabou (sad but true).
3. Fairmont / Morgantown / West Virginia - não deu. Não sou animal de interior. Preciso de gente, de cidade grande, de coisas acontecendo, prédio, engarrafamento, barulho, bagunça. Por mais que sejam cidades com tudo, falta e muito.
4. Ter que pensar pra tudo, pra se comunicar, pra entender as pessoas, pra ouvir música, pra trabalhar, pra dirigir, pra ir ali no walmart. Cansa!
5. Não ter amigos pra ligar às 2 da manhã e ir tomar uma cerveja (só virtualmente!). A gente não precisa fazer isso de verdade, mas a gente precisa saber que eles estão lá. E se a gente quiser fazer boneco de neve, ou se quiser fazer biscoitos, ou se só quiser sair de casa 15 minutos antes de ficar louca, eles têm que estar lá. E se a gente quiser chorar cântaros porque ficou presa na neve, ou se a gente quiser ficar feliz porque acha que vai ser promovida, eles tem que estar lá. Não é fácil de ter, e não é fácil de ter por perto!
domingo, 23 de maio de 2010
Últimos dias de Morgantown
As últimas festinhas que tivemos aqui foram super boco-mocas, talvez porque todo mundo quer é ir embora meeeesmo e não tá ligando pra Fairmont... a impressão é que a equipe toda ACN vai continuar junta (sem contar esses indianos que não importam mesmo), em algum lugar mais legal que a West Virginia, então tudo bem! Pra mim, que não vou mais ver esse povo, nem voltar pra esse país tão cedo, fica uma impressão de 'ei, eu devia estar curtindo mais'...
Então estou fazendo as coisas mais americanas possíveis que eu posso fazer, sozinha nesse fim-de-mundo. E são elas - comer, comprar, passear.
Ontem fui aos outlets com a firme intenção de gastar pelo menos 500 dólares em coisas chiques, bonitas, de trabalhar, e que custem milhares no Brasil. As duas primeiras horas não foram promissores não (comprei um set de meias de 10 reau haha), mas no final das contas acabei conseguindo uns bons deals (ou não, vai saber). O problema é que eu sou praticamente colorblind pra modas e cores, não faço idéia do que combina com o que, não consigo identificar o que é barango e o que é bonito, e acabo escolhendo no uni-duni-tê. A Lud me mandou comprar uma bolsa da Guess (que no Brasil custa milhares de dólares) e eu fiquei quase uma hora na loja, tentando descobrir se era melhor uma grande, uma preta, uma pequena, uma brilhosa, uma simples, uma com cara de 'olha-como-eu-sou-simplezinha-mas-na-verdade-nao-sou-pq-essa-bolsa-custa-os-turros', gente, como é que escolhe essa pourra!? E como é que ainda gasta 60 dólares numa BOLSA?! Aff. Preciso de um curso pra deixar de ser pobre.
Depois disso ainda consegui achar uns sapatos baratinhos na Nine West (a forma deles é perfeita pro meu pé, saltos altíssimos, bicos finíssimos, e TODOS sem exceção cabem confortavelmente nos meus pezinhos tortos), comprei umas bolsas na promoção da Wilson (minha loja preferida de todas, em matéria de coisas que parecem chiques mas são baratinhas) e pra fechar com chave de ouro comprei TRÊS TERNOS!! Ah, como eu fico feliz de ser chique! Agora eu sou a feliz possuidora de três, vejam bem, três terninhos, e posso ir trabalhar muito chique em SP! =)
(morrendo de medo de chegar em casa e a Lud falar que tudo que eu comprei é barango, mas... vamos torcer =)
***
Ontem fui com a minha chefe no jogo dos Pirates. Tenho que dizer - bêisebol é o jogo mais chato do mundo, mas ao vivo não é tão mal! O estádio é lindo, com vista pro rio e pros prédios, muito grande, muito organizado, muito limpo. Como foi minha primeira (e última?) vez, curti muito. Pena que o jogo é suuuuper parado, e a torcida não tá nem aí pro jogo - quem anima o jogo é um DJ que fica tocando musiquinhas sempre que alguém faz ponto (o que quase nunca acontece) ou quando quer que o pessoal bata palma. Mas durante as pausas a câmera filma a galera e teve até aquela coisa que a gente vê nos filmes, a câmera do beijo, que quem eles filmam tem que dar um beijinho. Muito fofo!
Então estou fazendo as coisas mais americanas possíveis que eu posso fazer, sozinha nesse fim-de-mundo. E são elas - comer, comprar, passear.
Ontem fui aos outlets com a firme intenção de gastar pelo menos 500 dólares em coisas chiques, bonitas, de trabalhar, e que custem milhares no Brasil. As duas primeiras horas não foram promissores não (comprei um set de meias de 10 reau haha), mas no final das contas acabei conseguindo uns bons deals (ou não, vai saber). O problema é que eu sou praticamente colorblind pra modas e cores, não faço idéia do que combina com o que, não consigo identificar o que é barango e o que é bonito, e acabo escolhendo no uni-duni-tê. A Lud me mandou comprar uma bolsa da Guess (que no Brasil custa milhares de dólares) e eu fiquei quase uma hora na loja, tentando descobrir se era melhor uma grande, uma preta, uma pequena, uma brilhosa, uma simples, uma com cara de 'olha-como-eu-sou-simplezinha-mas-na-verdade-nao-sou-pq-essa-bolsa-custa-os-turros', gente, como é que escolhe essa pourra!? E como é que ainda gasta 60 dólares numa BOLSA?! Aff. Preciso de um curso pra deixar de ser pobre.
Depois disso ainda consegui achar uns sapatos baratinhos na Nine West (a forma deles é perfeita pro meu pé, saltos altíssimos, bicos finíssimos, e TODOS sem exceção cabem confortavelmente nos meus pezinhos tortos), comprei umas bolsas na promoção da Wilson (minha loja preferida de todas, em matéria de coisas que parecem chiques mas são baratinhas) e pra fechar com chave de ouro comprei TRÊS TERNOS!! Ah, como eu fico feliz de ser chique! Agora eu sou a feliz possuidora de três, vejam bem, três terninhos, e posso ir trabalhar muito chique em SP! =)
(morrendo de medo de chegar em casa e a Lud falar que tudo que eu comprei é barango, mas... vamos torcer =)
***
Ontem fui com a minha chefe no jogo dos Pirates. Tenho que dizer - bêisebol é o jogo mais chato do mundo, mas ao vivo não é tão mal! O estádio é lindo, com vista pro rio e pros prédios, muito grande, muito organizado, muito limpo. Como foi minha primeira (e última?) vez, curti muito. Pena que o jogo é suuuuper parado, e a torcida não tá nem aí pro jogo - quem anima o jogo é um DJ que fica tocando musiquinhas sempre que alguém faz ponto (o que quase nunca acontece) ou quando quer que o pessoal bata palma. Mas durante as pausas a câmera filma a galera e teve até aquela coisa que a gente vê nos filmes, a câmera do beijo, que quem eles filmam tem que dar um beijinho. Muito fofo!
Dá pra ver que estou enrolando pra não fazer mala, né? Ontem consegui comprar uma outra duffel praticamente tão grande quanto a primeira que eu tinha, e estou confiante que vou conseguir enfiar todas as minhas coisas nelas sem muito choro e ranger de dentes. O problema é a quantidade de sapatos que eu tenho (entre botas, botas de neve, sapatos de salto, tênis e chinelos, vão ser uns 20 pares, juro), os livros (tentei não abusar mas não teve como) e umas coisas que eu só vou levar se couber, tipo meu edredon muito lindo e meu saco de dormir. Roupas, casacos, essas coisas comprimíveis e dobráveis, são fáceis. Boa sorte paeu!
quinta-feira, 20 de maio de 2010
Solsbury Hill
Minha passagem de volta acabou de ser emitida. Ay me voy otra vez, ay te dejo Morgantown! Sexta-feira que vem estou em casa, e segunda dia 31 começo em SP.
Ontem na festinha de despedida do projeto (à qual eu compareci 100% sóbria, usando apenas drogas inaláveis, e dancei até fecharem a pista, 1:30 da manhã) a Kelly disse uma coisa bonita - começos são assustadores, finais são tristes, mas é a parte do meio que a gente curte. É bonito e é bem coisa de americano retardado, mesmo. Porque não tem nada mais gostoso que começar alguma coisa nova, e não tem nada mais fantástico que terminar alguma coisa, fechar as malas e ir embora.
Não é difícil entender por que estou tão feliz de estar indo embora. Não saio daqui derrotada, mas foi muito mais difícil, chato e triste do que eu imaginava. Eu achei que fosse ser um passeio. Foram 7 meses sozinha, me ferrando no trabalho e fora dele, com dificuldade pra entender e me fazer entender, passando 6as à noite em casa por falta de companhia, fazendo boneco de neve sozinha, enterrando o carro na neve sozinha, desenterrando o carro da neve sozinha, fazendo parte da low-society porque ando com os indianos, fazendo um puta esforço pra aprender e aceitar a cultura deles e indo em festas em que ninguém dá a mínima pra falar numa lingua que você fala, tentando fazer amigos com pessoas que não querem ser seus amigos quando não convém a eles, ouvindo gente que só pensa no próprio umbigo, tratando com gente preconceituosa e mesquinha, dando murro em ponta de faca, vendo todas as minhas tentativas de 'me integrar' dando errado de uma maneira ou de outra. Não foi brinquedo. Não vou embora com a sensação que eu queria, de 'vim, vi, venci' porque eu só vim e vi. Mas eu tentei. E acho que, às vezes, basta.
Ontem na festinha de despedida do projeto (à qual eu compareci 100% sóbria, usando apenas drogas inaláveis, e dancei até fecharem a pista, 1:30 da manhã) a Kelly disse uma coisa bonita - começos são assustadores, finais são tristes, mas é a parte do meio que a gente curte. É bonito e é bem coisa de americano retardado, mesmo. Porque não tem nada mais gostoso que começar alguma coisa nova, e não tem nada mais fantástico que terminar alguma coisa, fechar as malas e ir embora.
Não é difícil entender por que estou tão feliz de estar indo embora. Não saio daqui derrotada, mas foi muito mais difícil, chato e triste do que eu imaginava. Eu achei que fosse ser um passeio. Foram 7 meses sozinha, me ferrando no trabalho e fora dele, com dificuldade pra entender e me fazer entender, passando 6as à noite em casa por falta de companhia, fazendo boneco de neve sozinha, enterrando o carro na neve sozinha, desenterrando o carro da neve sozinha, fazendo parte da low-society porque ando com os indianos, fazendo um puta esforço pra aprender e aceitar a cultura deles e indo em festas em que ninguém dá a mínima pra falar numa lingua que você fala, tentando fazer amigos com pessoas que não querem ser seus amigos quando não convém a eles, ouvindo gente que só pensa no próprio umbigo, tratando com gente preconceituosa e mesquinha, dando murro em ponta de faca, vendo todas as minhas tentativas de 'me integrar' dando errado de uma maneira ou de outra. Não foi brinquedo. Não vou embora com a sensação que eu queria, de 'vim, vi, venci' porque eu só vim e vi. Mas eu tentei. E acho que, às vezes, basta.
sexta-feira, 14 de maio de 2010
Take a drink from his special cup, Dr. Robert
Faz um dois meses que tive umas dores de cabeça absurdas, mas tomei umas aspirinas, achei que fosse 'sicológico', uma reação do meu cérebro preguiçoso a ter que pensar muito, e fiquei por isso mesmo.
Mas como fico com saudade do meu otorrino, fui visitá-lo essa semana. E ele me mandou logo fazer uma tomografia e diagnosticou meleca inflamada na testa. E falou que eu tenho que entrar na faca pra abrir o furinho que (não) deixa passar a meleca.
Dois dias depois fui visitar o cirurgião que possivelmente vai fazer a cirurgia. Nas palavras dele -
'Ah, essa cirurgia aí é tranquila!, o complicado é a área, né? Porque você tá vendo aqui?, tenho que operar esse pedaço aqui, desse lado é o cérebro e desse lado é o olho. Coisa de 2, 3 milímetros. Mas fica tranquila que se cutucar o cérebro, ou acertar o olho, sou eu mesmo que conserto, beleza?'
Beleza! Tou tranquilíssima!
(mas não marquei a faca ainda não. primeiro vou tomar uma dose fortíssima de antibiótico e antiinflamatório pra ver se passa, começando amanhã, porque hoje tem casamento do Puff e eu tenhoo que tomar cachaça pra comemorar! =)
Mas como fico com saudade do meu otorrino, fui visitá-lo essa semana. E ele me mandou logo fazer uma tomografia e diagnosticou meleca inflamada na testa. E falou que eu tenho que entrar na faca pra abrir o furinho que (não) deixa passar a meleca.
Dois dias depois fui visitar o cirurgião que possivelmente vai fazer a cirurgia. Nas palavras dele -
'Ah, essa cirurgia aí é tranquila!, o complicado é a área, né? Porque você tá vendo aqui?, tenho que operar esse pedaço aqui, desse lado é o cérebro e desse lado é o olho. Coisa de 2, 3 milímetros. Mas fica tranquila que se cutucar o cérebro, ou acertar o olho, sou eu mesmo que conserto, beleza?'
Beleza! Tou tranquilíssima!
(mas não marquei a faca ainda não. primeiro vou tomar uma dose fortíssima de antibiótico e antiinflamatório pra ver se passa, começando amanhã, porque hoje tem casamento do Puff e eu tenhoo que tomar cachaça pra comemorar! =)
domingo, 9 de maio de 2010
Cidadã de segunda classe
Esse negócio de ser cidadã de 2a classe é foda.
Ontem rolou a seguinte pérola:
'não sei porque você está reclamando! é MUUUITO mais vantagem ser mulher!'
'uai, legal. então vc preferia ser mulher?'
'eu!? MAS NUNCA!'
Tipo assim, nossa, o Haiti é super legal, maior vantagem morar lá. Mas eu!? eu não né!?
E esse é o tipo de gente que a gente espera que seja racional, depois de fazer 5 anos de engenharia. Antes falasse "ser mulher é uma merda e vocês que se fodam", é machista mas não é irracional - sim, eu prefiro que seja machista a que seja irracional. Com pessoas racionais a gente discute, argumenta. E pelo menos ele saberia que é machista e seria porque quer, não porque nem percebe que é.
O que é que a gente faz? Pega um martelo e bate na testa desse povo? =I
Ontem rolou a seguinte pérola:
'não sei porque você está reclamando! é MUUUITO mais vantagem ser mulher!'
'uai, legal. então vc preferia ser mulher?'
'eu!? MAS NUNCA!'
Tipo assim, nossa, o Haiti é super legal, maior vantagem morar lá. Mas eu!? eu não né!?
E esse é o tipo de gente que a gente espera que seja racional, depois de fazer 5 anos de engenharia. Antes falasse "ser mulher é uma merda e vocês que se fodam", é machista mas não é irracional - sim, eu prefiro que seja machista a que seja irracional. Com pessoas racionais a gente discute, argumenta. E pelo menos ele saberia que é machista e seria porque quer, não porque nem percebe que é.
O que é que a gente faz? Pega um martelo e bate na testa desse povo? =I
Back in black
Voltei porque tenho novidades bombásticas.
Parece que sou eu que quebro o brinquedo, e não sei se o próximo projeto vai confirmar isso, mas o fato é que meu projeto atual foi SUSPENSO. Uma outra empresa grandona comprou nosso cliente e suspenderam todos os projetos em andamento, sem data pra retorno. Quanto a nós, temos até o final do mês pra terminar o que estamos fazendo, fazer as malas e partir.
Eu fiquei muito contente com a notícia - me livrei de Fairmont, de cidade pequena, da equipe maluca, do projeto-barato-copiado-do-anterior, de uma quantidade absurda de trabalho chato, e de várias outras coisas ruins que estou com preguiça de explicar.
E fiquei muito impressionada com isso - porque eu achava que me apegava fácil. Achava que ia ter saudade, que ia cantar Country Roads vestida com minha camisa dos Mountaineers, coisa e tal. Nada! Quero é ir embora daqui! =)
***
Ainda não sei pra onde vou. No Brasil estamos bombando (pós-crise né?) e tem vários projetos bacanas; já me reservaram pra São Paulo mas não necessariamente vou pra lá. Fora isso tem um projeto que eu quero MUUUUITO mas é sem chance de eu conseguir (é produtos, não resources), em Novaiorque, uns outros projetos mais sem graça pelos EUA e um projeto que pode-ser-que-saia-pode-ser-que-não que seria ultrafodástico - no Havaí. Já prometi aos deuses da alocação que se eu conseguir esse, faço aula de surfe todo dia. =)
Como sempre, não vou saber pra onde vou até os 45 do segundo tempo, e como sempre estou tentando NÃO me estressar com isso, mas quem é que consegue? =)
Parece que sou eu que quebro o brinquedo, e não sei se o próximo projeto vai confirmar isso, mas o fato é que meu projeto atual foi SUSPENSO. Uma outra empresa grandona comprou nosso cliente e suspenderam todos os projetos em andamento, sem data pra retorno. Quanto a nós, temos até o final do mês pra terminar o que estamos fazendo, fazer as malas e partir.
Eu fiquei muito contente com a notícia - me livrei de Fairmont, de cidade pequena, da equipe maluca, do projeto-barato-copiado-do-anterior, de uma quantidade absurda de trabalho chato, e de várias outras coisas ruins que estou com preguiça de explicar.
E fiquei muito impressionada com isso - porque eu achava que me apegava fácil. Achava que ia ter saudade, que ia cantar Country Roads vestida com minha camisa dos Mountaineers, coisa e tal. Nada! Quero é ir embora daqui! =)
***
Ainda não sei pra onde vou. No Brasil estamos bombando (pós-crise né?) e tem vários projetos bacanas; já me reservaram pra São Paulo mas não necessariamente vou pra lá. Fora isso tem um projeto que eu quero MUUUUITO mas é sem chance de eu conseguir (é produtos, não resources), em Novaiorque, uns outros projetos mais sem graça pelos EUA e um projeto que pode-ser-que-saia-pode-ser-que-não que seria ultrafodástico - no Havaí. Já prometi aos deuses da alocação que se eu conseguir esse, faço aula de surfe todo dia. =)
Como sempre, não vou saber pra onde vou até os 45 do segundo tempo, e como sempre estou tentando NÃO me estressar com isso, mas quem é que consegue? =)
domingo, 18 de abril de 2010
segunda-feira, 12 de abril de 2010
sábado, 10 de abril de 2010
Quando eu vim do Brasil da última vez (três meses atrás, vejam só), eu 'truxe' duas garrafas de cachaça, 4 leites condensados (da Bia!) e duas latas de doce de leite viçosa (hummm). E me dei conta que daqui a um mês estou voltando ao Brasil e não usei nada disso.
Bom, as cachaças é óbvio por que não usei - não tenho amigos (snif!), os amigos que tenho não bebem (snif!), e ninguém gosta de mim (snif!). E ainda não tou tão no fundo do poço pra beber sozinha em casa.
Já os leites condensados e doces de leite, é por pura incompetência culinária mesmo. Outro dia fiz cocada (nas versões com dedo ralado e sem dedo ralado), e todo mundo gostou (da branca, SEM leite condensado! hehe). E essa semana fiz rocambole, que ficou muuuuito feio e muito quebrado, mas bom que só. O que é que tem doce de leite que não fica bom, né?

Agora estou pensando o que fazer com a outra lata de doce, e com as latinhas de leite condensado, nesse mês que falta antes de eu ir pro Brasil. Além de brigadeiro, alguém tem alguma outra sugestão?
Bom, as cachaças é óbvio por que não usei - não tenho amigos (snif!), os amigos que tenho não bebem (snif!), e ninguém gosta de mim (snif!). E ainda não tou tão no fundo do poço pra beber sozinha em casa.
Já os leites condensados e doces de leite, é por pura incompetência culinária mesmo. Outro dia fiz cocada (nas versões com dedo ralado e sem dedo ralado), e todo mundo gostou (da branca, SEM leite condensado! hehe). E essa semana fiz rocambole, que ficou muuuuito feio e muito quebrado, mas bom que só. O que é que tem doce de leite que não fica bom, né?

Agora estou pensando o que fazer com a outra lata de doce, e com as latinhas de leite condensado, nesse mês que falta antes de eu ir pro Brasil. Além de brigadeiro, alguém tem alguma outra sugestão?
quarta-feira, 7 de abril de 2010
Lolla we go
Saiu o line-up do Lollapalooza e eu vou! (e a Bia vai também!)
Caso vocês conheçam alguma dessas bandas desconhecidas, favor me avisar pra eu saber que é boa e não perder o show! =)
• Soundgarden
• Green Day
• Lady Gaga
• Arcade Fire
• The Strokes
• Phoenix
• Social Distortion
• MGMT
• Jimmy Cliff
• Hot Chip
• The Black Keys
• The National
• Spoon
• Devo
• Cypress Hill
• Cut Copy
• The New Pornographers
• Erykah Badu
• Slightly Stoopid
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• Gogol Bordello
• Chromeo
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• AFI
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• The xx
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• Blues Traveler
• Edward Sharpe & The Magnetic Zeros
• The Temper Trap
• Jamie Lidell
• Frightened Rabbit
• F**k Buttons
• Deer Tick
• Blitzen Trapper
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• Raphael Saadiq
• The Cribs
• Minus the Bear
• Switchfoot
• The Walkmen
• Mumford & Sons
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• Rogue Wave
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• Hockey
• Cymbals Eat Guitars
• B.o.B
• Dawes
• Warpaint
• The Antlers
• The Soft Pack
• Rebelution
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• American Bang
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• Mimicking Birds
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• HEALTH
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• Foxy Shazam
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• Royal Bangs
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• Semi Precious Weapons
• Dan Black
• The Band of Heathens
• Dragonette
• My Dear Disco
• Shawn Fisher
• Neon Hitch
• Skybox
• The Ettes
• Jukebox the Ghost
• These United States
• MyNameIsJohnMichael
Caso vocês conheçam alguma dessas bandas desconhecidas, favor me avisar pra eu saber que é boa e não perder o show! =)
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terça-feira, 6 de abril de 2010
segunda-feira, 29 de março de 2010
Ir a museus anda sendo uma experiência mais ruim do que boa.
Quando eu vou em museus de arte, a primeira tristeza é que não tenho tempo de ver tudo. Só dar uma olhada nas partes preferidas e ir embora, às vezes deixando alas inteiras intocadas. Se o museu é meia boca ou se eu não fui nas artes decorativas (odeio artes decorativas!), tudo bem. Mas se é um bom museu, eu vou embora com o coração na mão. A segunda tristeza é que eu não entendo nada de arte, e tudo seria tão mais legal se eu entendesse! Dessa vez contei umas coisas que eu sei pras pessoas que estavam comigo e fiquei impressionada de como isso fez o museu passar automaticamente de chatíssimo pra interessante (e olha que eu não sei quase nada).
Até aí tudo triste mas tudo bem - eu só preciso de mais tempo pra estudar, estudar, estudar, e voltar aos museus depois. Mas a situação complica mais quando eu vou em museus de ciências.
As duas tristezas de cima se repetem - afinal de contas, nunca dá tempo de ver tudo, e muitas vezes eu não tenho conhecimento pra ver como certas coisas são legais (tipo a garrafa de contreau do Gamow - http://en.wikipedia.org/wiki/Ylem). Mas tem uma 3a tristeza que é pior ainda - o fato de eu não estar lá, de eu não estar criando ciência, pesquisando coisas novas, ajudando a andar com o mundo pra frente! Eu cheguei perto dessa rota, enquando estava cursando engenharia, mas abandonei (a razão oficial é falta de talento). Ai, que tristeza!
***
Então, na linha do 'não faço nada pra melhorar o mundo', pensei em 3 opções de médio prazo. A primeira continua sendo eu largar tudo, fazer medicina, e virar médica sem fronteiras. A segunda é voltar pra engenharia, e tentar fazer alguma coisa com isso - mas acho difícil. E a terceira é eu estudar uns anos e fazer concurso pra virar embaixadora! Tão legal quanto ser médica e muito mais glamuroso! (ou não, porque vão me mandar prum fim-de-mundo pior que fairmont)
Agora falando sério. Se você quisesse fazer alguma coisa pra melhorar o mundo, o que seria?
Quando eu vou em museus de arte, a primeira tristeza é que não tenho tempo de ver tudo. Só dar uma olhada nas partes preferidas e ir embora, às vezes deixando alas inteiras intocadas. Se o museu é meia boca ou se eu não fui nas artes decorativas (odeio artes decorativas!), tudo bem. Mas se é um bom museu, eu vou embora com o coração na mão. A segunda tristeza é que eu não entendo nada de arte, e tudo seria tão mais legal se eu entendesse! Dessa vez contei umas coisas que eu sei pras pessoas que estavam comigo e fiquei impressionada de como isso fez o museu passar automaticamente de chatíssimo pra interessante (e olha que eu não sei quase nada).
Até aí tudo triste mas tudo bem - eu só preciso de mais tempo pra estudar, estudar, estudar, e voltar aos museus depois. Mas a situação complica mais quando eu vou em museus de ciências.
As duas tristezas de cima se repetem - afinal de contas, nunca dá tempo de ver tudo, e muitas vezes eu não tenho conhecimento pra ver como certas coisas são legais (tipo a garrafa de contreau do Gamow - http://en.wikipedia.org/wiki/Ylem). Mas tem uma 3a tristeza que é pior ainda - o fato de eu não estar lá, de eu não estar criando ciência, pesquisando coisas novas, ajudando a andar com o mundo pra frente! Eu cheguei perto dessa rota, enquando estava cursando engenharia, mas abandonei (a razão oficial é falta de talento). Ai, que tristeza!
***
Então, na linha do 'não faço nada pra melhorar o mundo', pensei em 3 opções de médio prazo. A primeira continua sendo eu largar tudo, fazer medicina, e virar médica sem fronteiras. A segunda é voltar pra engenharia, e tentar fazer alguma coisa com isso - mas acho difícil. E a terceira é eu estudar uns anos e fazer concurso pra virar embaixadora! Tão legal quanto ser médica e muito mais glamuroso! (ou não, porque vão me mandar prum fim-de-mundo pior que fairmont)
Agora falando sério. Se você quisesse fazer alguma coisa pra melhorar o mundo, o que seria?
sexta-feira, 26 de março de 2010
Essa semana umas 3 pessoas me perguntaram o que eu faço (e uma delas falou que eu sou que nem o Chandler! humpf!). Acho que a curiosidade toda foi porque eu estava trabalhando do Caribe =)
Mas não, meu trabalho não é fantástico, e não é sempre que eu sou apaixonada por ele não. Por enquanto eu penso que ele me dá a oportunidade de viajar (daqui a uns anos, posso pensar que ele me obriga a viajar). E não só de viajar, mas de morar em lugares diferentes, e conhecer gente diferente (isso acho que nunca vou parar de gostar).
Mas essa vida é muito longa pra fazer a mesma coisa por 40 anos. Talvez eu me anime a fazer que nem uma certa milionária-to-be que eu conheço planeja - trabalhar a sério até ter uma graninha boa, depois mudar de país a cada ano trabalhando de garçonete, recepcionista, balconista, motorista...
Ou isso ou quero cursar medicina. Me deixa um pouco insatisfeita que minhas habilidades engenharísticas/computadorísticas sejam absolutamente inúteis no caso de uma catástrofe mundial, ou mesmo pra ajudar as pessoas ao meu redor.
Mas não, meu trabalho não é fantástico, e não é sempre que eu sou apaixonada por ele não. Por enquanto eu penso que ele me dá a oportunidade de viajar (daqui a uns anos, posso pensar que ele me obriga a viajar). E não só de viajar, mas de morar em lugares diferentes, e conhecer gente diferente (isso acho que nunca vou parar de gostar).
Mas essa vida é muito longa pra fazer a mesma coisa por 40 anos. Talvez eu me anime a fazer que nem uma certa milionária-to-be que eu conheço planeja - trabalhar a sério até ter uma graninha boa, depois mudar de país a cada ano trabalhando de garçonete, recepcionista, balconista, motorista...
Ou isso ou quero cursar medicina. Me deixa um pouco insatisfeita que minhas habilidades engenharísticas/computadorísticas sejam absolutamente inúteis no caso de uma catástrofe mundial, ou mesmo pra ajudar as pessoas ao meu redor.
quinta-feira, 25 de março de 2010
I'm the unluckiest girl in the world
Estou em Miami.
E meu cartão de crédito está na carteira do Leo, que está no Panamá.
E pra pegar o ingresso da festa que eu vou aqui em Mia tem que mostrar o cartão de crédito que você usou pra comprar - adivinha qual é?! =)
E barraram meus runs caribenhos ontem no aeroporto, por burrice da American Airlines (era um appleton 12 anos e um flor de caña 12 anos... não posso nem pensar nisso sem me dar vontade de chorar de tristeza).
E claro, todas essas coisas superdivertidas acontecem nas 24 horas da minha viagem em que estou sozinha. Yey.
*** edit ***
A PMO do meu projeto renovou meu aluguel do carro enquanto eu estava aqui, e acabou de me mandar email avisando que correu tudo bem mas... por incompetência da moça da Hertz, eles deletaram todas as informações do meu cartão de crédito e ela teve que usar o dela. Então na 2a feira eu tenho que ir lá apresentar meu cartão pra eles consertarem o cadastro... adivinha qual cartão eu uso!?
E meu cartão de crédito está na carteira do Leo, que está no Panamá.
E pra pegar o ingresso da festa que eu vou aqui em Mia tem que mostrar o cartão de crédito que você usou pra comprar - adivinha qual é?! =)
E barraram meus runs caribenhos ontem no aeroporto, por burrice da American Airlines (era um appleton 12 anos e um flor de caña 12 anos... não posso nem pensar nisso sem me dar vontade de chorar de tristeza).
E claro, todas essas coisas superdivertidas acontecem nas 24 horas da minha viagem em que estou sozinha. Yey.
*** edit ***
A PMO do meu projeto renovou meu aluguel do carro enquanto eu estava aqui, e acabou de me mandar email avisando que correu tudo bem mas... por incompetência da moça da Hertz, eles deletaram todas as informações do meu cartão de crédito e ela teve que usar o dela. Então na 2a feira eu tenho que ir lá apresentar meu cartão pra eles consertarem o cadastro... adivinha qual cartão eu uso!?
quinta-feira, 11 de março de 2010
Vamos a la playa, oh-oh-oh-oh-oh!
Então eu tenho um negócio que chama fly-back flexível. De 2 em 2 meses eu posso voltar pra casa e ficar uma semana trabalhando remoto, certo? Mas de 2 em 2 voltas eu posso NÃO voltar pra casa e ir pra qualquer lugar que me dê na telha =)
Então vamos aproveitar as conjunções astrais favoráveis e vou me encontrar com Leo, Dani e Marco no Caribe! Vamos para Punta Cana, ficar num hotel all-inclusive (ai, minha dieta), que tem de tudo e mais um pouco, e vamos nos divertir a valer! (divertir e trabalhar, porque tenho que trabalhar remoto) Eles vão me abandonar no meio da semana, então vou-me embora pra Washington, mas antes faço uma paradinha em Miami pra encontrar com o Rii que está lá e ir numa balada da WMC (Winter Music Conference). E depois encontro as roommates em Washington, para (mais trabalho e) divertidos passeios por museus e monumentos históricos.
Desconsiderando que tenho que trabalhar, vai ser fantástico! Vou ver minha querida família, vamos comemorar o aniversário da Daninha em alto estilo, vou finalmente conhecer o Caribe, vou visitar Washington! Só vai faltar a Lud, mas estamos pensando em fazer um modelo-tamanho-real-de-papelão pras fotos =)
Aruba, Jamaica, ooooh I wanna take ya
to Bermuda, Bahama, come on pretty mama!
Então vamos aproveitar as conjunções astrais favoráveis e vou me encontrar com Leo, Dani e Marco no Caribe! Vamos para Punta Cana, ficar num hotel all-inclusive (ai, minha dieta), que tem de tudo e mais um pouco, e vamos nos divertir a valer! (divertir e trabalhar, porque tenho que trabalhar remoto) Eles vão me abandonar no meio da semana, então vou-me embora pra Washington, mas antes faço uma paradinha em Miami pra encontrar com o Rii que está lá e ir numa balada da WMC (Winter Music Conference). E depois encontro as roommates em Washington, para (mais trabalho e) divertidos passeios por museus e monumentos históricos.
Desconsiderando que tenho que trabalhar, vai ser fantástico! Vou ver minha querida família, vamos comemorar o aniversário da Daninha em alto estilo, vou finalmente conhecer o Caribe, vou visitar Washington! Só vai faltar a Lud, mas estamos pensando em fazer um modelo-tamanho-real-de-papelão pras fotos =)
Aruba, Jamaica, ooooh I wanna take ya
to Bermuda, Bahama, come on pretty mama!
terça-feira, 9 de março de 2010
Infeliz dia internacional da mulher
Nao sei voces, mas eu odeio o dia internacional da mulher.
Primeiro porque nao sou minoria - somos maioria, 51% pelas estatisticas.
Segundo porque as comemoracoes de dia da mulher sao super preconceituosas e barangas. Esse ano foi mais tranquilo, mas mesmo assim recebi agradecimentos por ser 'doce, ainda que guerreira' e fui parabenizada por 'ter nas maos as redeas do meu destino' (mesmo sendo mulher, esse ser de 2a classe). Em outros anos, alem de enfeitar o ambiente, fui acusada de cada barbaridade - o texto falava que as mulheres sorriem quando querem chorar, choram quando estao felizes, e sempre tem alguma coisa falando como e bom as mulheres serem sensiveis no trabalho!
Alem de achar reducionista (eu mesma nao me identifico com nada disso), acho um absurdo que minha empresa (que em todos os outros dias me cobra que seja racional e fria) venha dizer como e importante ser sensivel.
Aqui nos EUA a coisa foi mais disfarcada. Tivemos uma palestra sobre resiliencia que acabou sendo quase 80% 'distancie-se dos seus problemas e das emocoes deles, para entao pensar sobre eles de forma racional'. Ou seja, voces sao mulherzinhas histericas e irracionais, deixe eu mostrar pra voces como ser racional. E o que me deixou mais chocada foi que quase todas as mulheres presentes na palestra concordaram com tudo e acharam a coisa otima, um super conselho! Como assim, gente!
Acho que as feministas consideram uma grande conquista termos um dia pra nos, mas nao lembro bem por que. Qual sera o jeito certo de comemorar o dia de uma 'minoria', sem ser esbarrando em todas as imagens pre-concebidas sobre essa minoria?
Primeiro porque nao sou minoria - somos maioria, 51% pelas estatisticas.
Segundo porque as comemoracoes de dia da mulher sao super preconceituosas e barangas. Esse ano foi mais tranquilo, mas mesmo assim recebi agradecimentos por ser 'doce, ainda que guerreira' e fui parabenizada por 'ter nas maos as redeas do meu destino' (mesmo sendo mulher, esse ser de 2a classe). Em outros anos, alem de enfeitar o ambiente, fui acusada de cada barbaridade - o texto falava que as mulheres sorriem quando querem chorar, choram quando estao felizes, e sempre tem alguma coisa falando como e bom as mulheres serem sensiveis no trabalho!
Alem de achar reducionista (eu mesma nao me identifico com nada disso), acho um absurdo que minha empresa (que em todos os outros dias me cobra que seja racional e fria) venha dizer como e importante ser sensivel.
Aqui nos EUA a coisa foi mais disfarcada. Tivemos uma palestra sobre resiliencia que acabou sendo quase 80% 'distancie-se dos seus problemas e das emocoes deles, para entao pensar sobre eles de forma racional'. Ou seja, voces sao mulherzinhas histericas e irracionais, deixe eu mostrar pra voces como ser racional. E o que me deixou mais chocada foi que quase todas as mulheres presentes na palestra concordaram com tudo e acharam a coisa otima, um super conselho! Como assim, gente!
Acho que as feministas consideram uma grande conquista termos um dia pra nos, mas nao lembro bem por que. Qual sera o jeito certo de comemorar o dia de uma 'minoria', sem ser esbarrando em todas as imagens pre-concebidas sobre essa minoria?
sexta-feira, 5 de março de 2010
Party everyday, p-p-p-party everyday!
Outro dia a gerente geral do projeto me disse que ela fica por aqui de vez em quando e ia me avisar pra gente combinar de ir a Washington ou alguma coisa assim.
Ontem, 10 da manha, ela veio me avisar que as 4 da tarde ela e outra moca iam pra Pittsburgh ver o show dos Black Eyed Peas e passar o fds em Pit ou Washington. Sendo que todo mundo trabalha na 6a (eu on site, normalmente) e obviamente eu nao tinha nada comigo. Ate achei que fosse daqueles convites por educacao, em cima da hora pra nao ter como eu ir, mas acabei aceitando. Passei em casa, fiz a mala em 20 minutos, comprei meu ingresso pro show (100 dolares! ai!) e agora escrevo diretamente do 12o andar do Sheraton Station Square, em Pittsburgh, com uma vista linda do rio.
Como eu tinha esquecido a chave que prende meu note na mesa (pra ninguem levar ele embora quando eu largo ele la), tive que vir so com o netbook. Mas ele aguentou o tranco muito bem, e trabalhei o dia todo nele. Ouvindo musica no Zen pra nao sobrecarregar, ne =)
Ah, o show? Bom, primeira coisa e que a Fergie nao canta nada. Ela so sabe gritar (mas grita bem! =). A segunda coisa e que eles nao sao musicos, sao entertainers (como o Leo mesmo falou, o que raios aquele indio faz?). O Will.i.am eu dou o braco a torcer que e um cara muito bom. O resto ta ali pra constar, e sao bons entertainers. Eu fiquei muito entertida pelo show! =) Muita luz, eles dancam, cantam, correm, se movimentam pelo palco todo, varias bobaginhas divertidas (tipo eles 'voarem' carregados por cordas, e o indio passear pelo ceu numa motoca voadora assustadora). Numa parte do show cada um entra separado (com direito ao nome deles e varias fotos foto-book-sonora no telao) e canta umas musiquinhas, faz qualquer coisa e vai embora. Primeiro o outro negro (que nao eh o Will.i.am e tambem faz lhufas), depois o Indio (que descobri que chama Taboo, quem guenta, e voou na motoca), depois a Fergie (para delirio masculino... cantou varias musicas sozinhas, fez remix, tudo o mais, e como berra a mulher) e por fim o Will. Ele falou que ia transformar a arena numa pista de danca e fez um set bem bacana. Disse que ia tocar rock`n`roll e tocou michael, guns, red hot, tocou don`t stop believin`!, e mais um monte de coisas. Bem legal a selecao de musicas, o cara e bem criativo =) E a parte que eu mais gostei - durante o show tinha uns avisos que voce podia mandar uma sms pro Will pelo numero tal. E de repente, passaram todas as msgs numa tela e o Will ia fazendo rap com varias! Na hora! Muuuuito legal, adorei (as partes que eu entendi hehe).
Ficamos super perto, na pista, pelas fotos da pra ver que estavamos do ladinho! (apesar que a maioria ficou embacada, e os filmes ficaram com o som horroroso) Pena que tinha um imbecil de cabelo moicano na minha frente, gente do ceu, quem vai de moicano pra um show? Pelo menos podia ficar com a cabeca bem parada, ne? Naaaao, claro que nao! Mas a parte ruim e que esse tipo de show aqui e comum, entao ninguem fica super ultra animado como a gente fica no Brasil. Tinha hora que era so eu dancando, todo mundo parado! E pessoal vai de salto, com bolsa grande, ve o show sentado... eu hein!? Qualquer pop rock brasil foi mais emocionante que o show de ontem. No final das contas o que eu achei mais legal foi pegar o carro, dirigir duas horas, e poder ver um show bacana sem pegar fila e sem me degladiar pelo ingresso. =)




Ontem, 10 da manha, ela veio me avisar que as 4 da tarde ela e outra moca iam pra Pittsburgh ver o show dos Black Eyed Peas e passar o fds em Pit ou Washington. Sendo que todo mundo trabalha na 6a (eu on site, normalmente) e obviamente eu nao tinha nada comigo. Ate achei que fosse daqueles convites por educacao, em cima da hora pra nao ter como eu ir, mas acabei aceitando. Passei em casa, fiz a mala em 20 minutos, comprei meu ingresso pro show (100 dolares! ai!) e agora escrevo diretamente do 12o andar do Sheraton Station Square, em Pittsburgh, com uma vista linda do rio.
Como eu tinha esquecido a chave que prende meu note na mesa (pra ninguem levar ele embora quando eu largo ele la), tive que vir so com o netbook. Mas ele aguentou o tranco muito bem, e trabalhei o dia todo nele. Ouvindo musica no Zen pra nao sobrecarregar, ne =)
Ah, o show? Bom, primeira coisa e que a Fergie nao canta nada. Ela so sabe gritar (mas grita bem! =). A segunda coisa e que eles nao sao musicos, sao entertainers (como o Leo mesmo falou, o que raios aquele indio faz?). O Will.i.am eu dou o braco a torcer que e um cara muito bom. O resto ta ali pra constar, e sao bons entertainers. Eu fiquei muito entertida pelo show! =) Muita luz, eles dancam, cantam, correm, se movimentam pelo palco todo, varias bobaginhas divertidas (tipo eles 'voarem' carregados por cordas, e o indio passear pelo ceu numa motoca voadora assustadora). Numa parte do show cada um entra separado (com direito ao nome deles e varias fotos foto-book-sonora no telao) e canta umas musiquinhas, faz qualquer coisa e vai embora. Primeiro o outro negro (que nao eh o Will.i.am e tambem faz lhufas), depois o Indio (que descobri que chama Taboo, quem guenta, e voou na motoca), depois a Fergie (para delirio masculino... cantou varias musicas sozinhas, fez remix, tudo o mais, e como berra a mulher) e por fim o Will. Ele falou que ia transformar a arena numa pista de danca e fez um set bem bacana. Disse que ia tocar rock`n`roll e tocou michael, guns, red hot, tocou don`t stop believin`!, e mais um monte de coisas. Bem legal a selecao de musicas, o cara e bem criativo =) E a parte que eu mais gostei - durante o show tinha uns avisos que voce podia mandar uma sms pro Will pelo numero tal. E de repente, passaram todas as msgs numa tela e o Will ia fazendo rap com varias! Na hora! Muuuuito legal, adorei (as partes que eu entendi hehe).
Ficamos super perto, na pista, pelas fotos da pra ver que estavamos do ladinho! (apesar que a maioria ficou embacada, e os filmes ficaram com o som horroroso) Pena que tinha um imbecil de cabelo moicano na minha frente, gente do ceu, quem vai de moicano pra um show? Pelo menos podia ficar com a cabeca bem parada, ne? Naaaao, claro que nao! Mas a parte ruim e que esse tipo de show aqui e comum, entao ninguem fica super ultra animado como a gente fica no Brasil. Tinha hora que era so eu dancando, todo mundo parado! E pessoal vai de salto, com bolsa grande, ve o show sentado... eu hein!? Qualquer pop rock brasil foi mais emocionante que o show de ontem. No final das contas o que eu achei mais legal foi pegar o carro, dirigir duas horas, e poder ver um show bacana sem pegar fila e sem me degladiar pelo ingresso. =)

domingo, 28 de fevereiro de 2010
Mission outlet: accomplished.
Coisas que eu precisava comprar:

Calça jeans: uma luta pra achar uma calça americana que caiba meu derrière brasileiro! Ou falta no quadril, ou sobra no comprimento, ou é santropeito, ou desbarranca, ou não entra! Depois de provar 43 diferentes, larguei mão de querer uma que ficasse bonita e aceitei uma que coube e custava só 40 dólares.
Sapatos: aeh! Todos os quatro da mesma loja. A bota e os sapatos pretos eu precisava, o prateado é porque custou 30 dólares. E alguém esperto vai perceber que os dois sapatos são basicamente iguais, só muda a ponta - pois é, ficaram confortáveis, eram bonitos, profissionais, e levando um o outro tinha 50% de desconto... e agora eu não preciso comprar sapatos nunca mais!
Meinhas: coloridas e lindas! Derreal cada conjunto com 5 (ou 10, dependendo do modo de contagem!). Negoção!
Coisas que eu não precisava comprar mas comprei porque sou munheca:

Blusinhas: a da Aeropostale custou 4 dólares (comprei pra ir na cadimia, nem curto Aeropostale), as outras duas foram 2 dólares cada. A preta é super oversized, é pra ficar em casa =)
Vestido: ele é super curto e atualmente não CABE em mim ainda (mas se eu esmagrecer mais uns pounds cabe), e o material é bem vagabundo, mas como custava DOIS DÓLARES eu comprei. Nem que seja pra virar fantasia da próxima festa de halloween!
Casaco: esse foi o meu maior achado hoje. É um casaco fofo, gostoso, com ziper e capuz, e custou a bagatela de (preparem-se) DOIS dólares. Achei até que estivesse na seção errada, mas quando o cara passou na registradora foi mesmo dois dólares. Fantástico!
Coisinhas: as pulseiras foram unreau cada e combinam com uns anéis pink que eu já tinha. As luvas, que fofas!, custaram 50 cents cada par (juro) e têm esse esquentador de pulso que eu adoro. E essas coisas redondas são uns pacotes de 7 calcinhas prensadas, uma pra cada dia da semana. Diz que desembala e bota dentro d'água e ela volta ao normal, vamos ver! A 50 cents cada conjunto, por que não?
E pra fechar, comprei também um conjunto de pilces de narigo pra trocar o meu transparente. Agora tou com um brilhinho que ficou muito do bonitinho. Vamos ver se amanhã alguém percebe!
Coisas que eu precisava comprar:
Calça jeans: uma luta pra achar uma calça americana que caiba meu derrière brasileiro! Ou falta no quadril, ou sobra no comprimento, ou é santropeito, ou desbarranca, ou não entra! Depois de provar 43 diferentes, larguei mão de querer uma que ficasse bonita e aceitei uma que coube e custava só 40 dólares.
Sapatos: aeh! Todos os quatro da mesma loja. A bota e os sapatos pretos eu precisava, o prateado é porque custou 30 dólares. E alguém esperto vai perceber que os dois sapatos são basicamente iguais, só muda a ponta - pois é, ficaram confortáveis, eram bonitos, profissionais, e levando um o outro tinha 50% de desconto... e agora eu não preciso comprar sapatos nunca mais!
Meinhas: coloridas e lindas! Derreal cada conjunto com 5 (ou 10, dependendo do modo de contagem!). Negoção!
Coisas que eu não precisava comprar mas comprei porque sou munheca:
Blusinhas: a da Aeropostale custou 4 dólares (comprei pra ir na cadimia, nem curto Aeropostale), as outras duas foram 2 dólares cada. A preta é super oversized, é pra ficar em casa =)
Vestido: ele é super curto e atualmente não CABE em mim ainda (mas se eu esmagrecer mais uns pounds cabe), e o material é bem vagabundo, mas como custava DOIS DÓLARES eu comprei. Nem que seja pra virar fantasia da próxima festa de halloween!
Casaco: esse foi o meu maior achado hoje. É um casaco fofo, gostoso, com ziper e capuz, e custou a bagatela de (preparem-se) DOIS dólares. Achei até que estivesse na seção errada, mas quando o cara passou na registradora foi mesmo dois dólares. Fantástico!
Coisinhas: as pulseiras foram unreau cada e combinam com uns anéis pink que eu já tinha. As luvas, que fofas!, custaram 50 cents cada par (juro) e têm esse esquentador de pulso que eu adoro. E essas coisas redondas são uns pacotes de 7 calcinhas prensadas, uma pra cada dia da semana. Diz que desembala e bota dentro d'água e ela volta ao normal, vamos ver! A 50 cents cada conjunto, por que não?
E pra fechar, comprei também um conjunto de pilces de narigo pra trocar o meu transparente. Agora tou com um brilhinho que ficou muito do bonitinho. Vamos ver se amanhã alguém percebe!
And the Oscar goes to...
Há muitos anos, quando todo mundo ainda morava em casa, a gente fazia a Festa do Oscar.
O Leo baixava alguns filmes premiáveis e tínhamos três sessões antes da cerimônia - o domingo inteiro vendo e falando sobre filmes. Tínhamos também o bolão normal (que valia um Oscar de chocolate) e um bolão de brincadeira, com categorias como 'talento mais desperdiçado' e 'melhor beijo'. Os copos eram decorados com fotinhos de atores e atrizes no fundo, de modo que você não perdesse o seu (e pudesse ficar olhando para o Legolas a cada gole!). E tínhamos pipoca, guaraná, pão de queijo e lasanha (naquela época ninguém bebia), além de chocolates e (se não me engano) balas chita.
Domingo que vem tem Oscar, e uma das meninas que trabalha comigo até me convidou pra ir a Los Angeles e passar na porta, pra ver a multidão e os famósos (aqui também tem muitos famooósos). Mas como LA fica do outro lado do país e não consigo tirar uns dias (ela vai tirar 3), não vale a pena. Ou vou assistir sozinha em casa, ou então vou fazer qualquer outra coisa e nem lembrar que está passando o Oscar. Que triste!
Às vezes acho que só vou ter esse tipo de coisa quando eu tiver meus próprios filhos. É por isso que, se eu tiver, quero ter logo uns três ou quatro =)
***
Programação do dia - ir laaaá nos outlets comprar umas coisas que eu preciso. Me preparei psicologicamente durante duas semanas pra me animar com a coisa, e só estou indo porque meus sapatos estão em condições críticas. Todo dia ouço Dona Marília dizendo - minha filha, esse sapato acabou! Infelizmente, o respeito e admiração das mulheres do escritório passam diretamente pela beleza e altura dos meus saltos (juro! no Brasil era assim e aqui é a mesma coisa). Já abandonei a maquiagem no trabalho quase completamente (Ludinha me libertou!) mas não posso ir desleixada não (e nem os homens podem).
Depois disso, se eu chegar em casa em bom horário, quero fazer pão-de-queijo! A Dani me mandou aqueles pães-de-queijo de pozinho e faz tempo que quero experimentar. O pessoal que arruma nossa casa vem amanhã e hoje é um bom dia pra fazer bagunça na cozinha!
O Leo baixava alguns filmes premiáveis e tínhamos três sessões antes da cerimônia - o domingo inteiro vendo e falando sobre filmes. Tínhamos também o bolão normal (que valia um Oscar de chocolate) e um bolão de brincadeira, com categorias como 'talento mais desperdiçado' e 'melhor beijo'. Os copos eram decorados com fotinhos de atores e atrizes no fundo, de modo que você não perdesse o seu (e pudesse ficar olhando para o Legolas a cada gole!). E tínhamos pipoca, guaraná, pão de queijo e lasanha (naquela época ninguém bebia), além de chocolates e (se não me engano) balas chita.
Domingo que vem tem Oscar, e uma das meninas que trabalha comigo até me convidou pra ir a Los Angeles e passar na porta, pra ver a multidão e os famósos (aqui também tem muitos famooósos). Mas como LA fica do outro lado do país e não consigo tirar uns dias (ela vai tirar 3), não vale a pena. Ou vou assistir sozinha em casa, ou então vou fazer qualquer outra coisa e nem lembrar que está passando o Oscar. Que triste!
Às vezes acho que só vou ter esse tipo de coisa quando eu tiver meus próprios filhos. É por isso que, se eu tiver, quero ter logo uns três ou quatro =)
***
Programação do dia - ir laaaá nos outlets comprar umas coisas que eu preciso. Me preparei psicologicamente durante duas semanas pra me animar com a coisa, e só estou indo porque meus sapatos estão em condições críticas. Todo dia ouço Dona Marília dizendo - minha filha, esse sapato acabou! Infelizmente, o respeito e admiração das mulheres do escritório passam diretamente pela beleza e altura dos meus saltos (juro! no Brasil era assim e aqui é a mesma coisa). Já abandonei a maquiagem no trabalho quase completamente (Ludinha me libertou!) mas não posso ir desleixada não (e nem os homens podem).
Depois disso, se eu chegar em casa em bom horário, quero fazer pão-de-queijo! A Dani me mandou aqueles pães-de-queijo de pozinho e faz tempo que quero experimentar. O pessoal que arruma nossa casa vem amanhã e hoje é um bom dia pra fazer bagunça na cozinha!
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