domingo, 4 de julho de 2010
quinta-feira, 27 de maio de 2010
Ay me voy otra vez, ay te dejo Fairmont!
Último post diretamente da 140 Putnan St, Morgantown!
Depois de 5 horas de vai, volta, dobra, encolhe, empurra, ensaca, escolhe, abre, fecha, senta em cima, aperta, troca, ajeita, vira, aperta mais um pouco, e vai ali no Walmart comprar outra mala, finalmente está tudo pronto, fechadinho e dentro do carro.
Estou me sentindo a maior muambeira da paróquia! Duas malas gigantes de 32 quilos não deram conta, tive que usar mais uma. Mas se é pra pagar extra e levar uma mala a mais, não pode ser uma malinha, né? Tem que ser uma mala assim pelo menos respeitável de 28 inches =) O problema todo é que fui pega de surpresa, e tinha muita coisa, e no final ainda fui ali fazer umas comprinhas (e vários quilos de encomenda das pessoas que não tem noção), e aí ferrou. Mas considerando que estou transportando uma vida (oh!) pra nunca mais voltar (oh!) não é tão mau =)
***
Top 5 American Life
1. Walmart. Tem de tudo, tem de tudo barato, e fica aberto 24 horas. Tem comida, tem roupa, tem sapato, tem bolsa, tem blusa dos bítous, tem mala, tem decoração, tem presente, tem bolo, tem balão, tem artigos esportivos, tem de tudo. E já falei que todos são 24h?
2. Vida em inglês. Várias expressões que eu sempre quis usar que a gente vê em livro, filme, seriado, e aqui pode! Definitely!
3. Caminho das Índias. Aprender sobre a cultura, a língua, a comida, os costumes desse povo tão diferente, mas tão parecido com o brasileiro em certos aspectos. Fazer amigos que realmente se preocupam com você, na nossa concepção de preocupação =)
4. Comida americana, junk food, mashed potatoes, café da manhã do McDonalds, Applebees, Taco Bells, Ben&Jerrys, M&M, manteiga de amendoim, marshmellow, café no copão, smoothie, sanduíche-íche-íche, hmmmmm!
5. Segurança. Sair sozinha pela cidade (ou pelas cidades), largar o GPS no carro, largar as portas abertas, largar as malas no aeroporto, sem medo de ser feliz.
Worst 5 American Life
1. Americanos em geral. Tirando algumas exceções, de modo geral o que eu achava se manteve - um povo que não faz questão do que não é deles, que não tem passaporte, que reclama demais, que é muito acomodado, e que não sabe nem dar raça nem se divertir como a gente.
2. Projeto. Não ia dar muito certo, eu não ia aprender muito, eu estava trabalhando com uns biltres, estou feliz que acabou (sad but true).
3. Fairmont / Morgantown / West Virginia - não deu. Não sou animal de interior. Preciso de gente, de cidade grande, de coisas acontecendo, prédio, engarrafamento, barulho, bagunça. Por mais que sejam cidades com tudo, falta e muito.
4. Ter que pensar pra tudo, pra se comunicar, pra entender as pessoas, pra ouvir música, pra trabalhar, pra dirigir, pra ir ali no walmart. Cansa!
5. Não ter amigos pra ligar às 2 da manhã e ir tomar uma cerveja (só virtualmente!). A gente não precisa fazer isso de verdade, mas a gente precisa saber que eles estão lá. E se a gente quiser fazer boneco de neve, ou se quiser fazer biscoitos, ou se só quiser sair de casa 15 minutos antes de ficar louca, eles têm que estar lá. E se a gente quiser chorar cântaros porque ficou presa na neve, ou se a gente quiser ficar feliz porque acha que vai ser promovida, eles tem que estar lá. Não é fácil de ter, e não é fácil de ter por perto!
Depois de 5 horas de vai, volta, dobra, encolhe, empurra, ensaca, escolhe, abre, fecha, senta em cima, aperta, troca, ajeita, vira, aperta mais um pouco, e vai ali no Walmart comprar outra mala, finalmente está tudo pronto, fechadinho e dentro do carro.
Estou me sentindo a maior muambeira da paróquia! Duas malas gigantes de 32 quilos não deram conta, tive que usar mais uma. Mas se é pra pagar extra e levar uma mala a mais, não pode ser uma malinha, né? Tem que ser uma mala assim pelo menos respeitável de 28 inches =) O problema todo é que fui pega de surpresa, e tinha muita coisa, e no final ainda fui ali fazer umas comprinhas (e vários quilos de encomenda das pessoas que não tem noção), e aí ferrou. Mas considerando que estou transportando uma vida (oh!) pra nunca mais voltar (oh!) não é tão mau =)
***
Top 5 American Life
1. Walmart. Tem de tudo, tem de tudo barato, e fica aberto 24 horas. Tem comida, tem roupa, tem sapato, tem bolsa, tem blusa dos bítous, tem mala, tem decoração, tem presente, tem bolo, tem balão, tem artigos esportivos, tem de tudo. E já falei que todos são 24h?
2. Vida em inglês. Várias expressões que eu sempre quis usar que a gente vê em livro, filme, seriado, e aqui pode! Definitely!
3. Caminho das Índias. Aprender sobre a cultura, a língua, a comida, os costumes desse povo tão diferente, mas tão parecido com o brasileiro em certos aspectos. Fazer amigos que realmente se preocupam com você, na nossa concepção de preocupação =)
4. Comida americana, junk food, mashed potatoes, café da manhã do McDonalds, Applebees, Taco Bells, Ben&Jerrys, M&M, manteiga de amendoim, marshmellow, café no copão, smoothie, sanduíche-íche-íche, hmmmmm!
5. Segurança. Sair sozinha pela cidade (ou pelas cidades), largar o GPS no carro, largar as portas abertas, largar as malas no aeroporto, sem medo de ser feliz.
Worst 5 American Life
1. Americanos em geral. Tirando algumas exceções, de modo geral o que eu achava se manteve - um povo que não faz questão do que não é deles, que não tem passaporte, que reclama demais, que é muito acomodado, e que não sabe nem dar raça nem se divertir como a gente.
2. Projeto. Não ia dar muito certo, eu não ia aprender muito, eu estava trabalhando com uns biltres, estou feliz que acabou (sad but true).
3. Fairmont / Morgantown / West Virginia - não deu. Não sou animal de interior. Preciso de gente, de cidade grande, de coisas acontecendo, prédio, engarrafamento, barulho, bagunça. Por mais que sejam cidades com tudo, falta e muito.
4. Ter que pensar pra tudo, pra se comunicar, pra entender as pessoas, pra ouvir música, pra trabalhar, pra dirigir, pra ir ali no walmart. Cansa!
5. Não ter amigos pra ligar às 2 da manhã e ir tomar uma cerveja (só virtualmente!). A gente não precisa fazer isso de verdade, mas a gente precisa saber que eles estão lá. E se a gente quiser fazer boneco de neve, ou se quiser fazer biscoitos, ou se só quiser sair de casa 15 minutos antes de ficar louca, eles têm que estar lá. E se a gente quiser chorar cântaros porque ficou presa na neve, ou se a gente quiser ficar feliz porque acha que vai ser promovida, eles tem que estar lá. Não é fácil de ter, e não é fácil de ter por perto!
domingo, 23 de maio de 2010
Últimos dias de Morgantown
As últimas festinhas que tivemos aqui foram super boco-mocas, talvez porque todo mundo quer é ir embora meeeesmo e não tá ligando pra Fairmont... a impressão é que a equipe toda ACN vai continuar junta (sem contar esses indianos que não importam mesmo), em algum lugar mais legal que a West Virginia, então tudo bem! Pra mim, que não vou mais ver esse povo, nem voltar pra esse país tão cedo, fica uma impressão de 'ei, eu devia estar curtindo mais'...
Então estou fazendo as coisas mais americanas possíveis que eu posso fazer, sozinha nesse fim-de-mundo. E são elas - comer, comprar, passear.
Ontem fui aos outlets com a firme intenção de gastar pelo menos 500 dólares em coisas chiques, bonitas, de trabalhar, e que custem milhares no Brasil. As duas primeiras horas não foram promissores não (comprei um set de meias de 10 reau haha), mas no final das contas acabei conseguindo uns bons deals (ou não, vai saber). O problema é que eu sou praticamente colorblind pra modas e cores, não faço idéia do que combina com o que, não consigo identificar o que é barango e o que é bonito, e acabo escolhendo no uni-duni-tê. A Lud me mandou comprar uma bolsa da Guess (que no Brasil custa milhares de dólares) e eu fiquei quase uma hora na loja, tentando descobrir se era melhor uma grande, uma preta, uma pequena, uma brilhosa, uma simples, uma com cara de 'olha-como-eu-sou-simplezinha-mas-na-verdade-nao-sou-pq-essa-bolsa-custa-os-turros', gente, como é que escolhe essa pourra!? E como é que ainda gasta 60 dólares numa BOLSA?! Aff. Preciso de um curso pra deixar de ser pobre.
Depois disso ainda consegui achar uns sapatos baratinhos na Nine West (a forma deles é perfeita pro meu pé, saltos altíssimos, bicos finíssimos, e TODOS sem exceção cabem confortavelmente nos meus pezinhos tortos), comprei umas bolsas na promoção da Wilson (minha loja preferida de todas, em matéria de coisas que parecem chiques mas são baratinhas) e pra fechar com chave de ouro comprei TRÊS TERNOS!! Ah, como eu fico feliz de ser chique! Agora eu sou a feliz possuidora de três, vejam bem, três terninhos, e posso ir trabalhar muito chique em SP! =)
(morrendo de medo de chegar em casa e a Lud falar que tudo que eu comprei é barango, mas... vamos torcer =)
***
Ontem fui com a minha chefe no jogo dos Pirates. Tenho que dizer - bêisebol é o jogo mais chato do mundo, mas ao vivo não é tão mal! O estádio é lindo, com vista pro rio e pros prédios, muito grande, muito organizado, muito limpo. Como foi minha primeira (e última?) vez, curti muito. Pena que o jogo é suuuuper parado, e a torcida não tá nem aí pro jogo - quem anima o jogo é um DJ que fica tocando musiquinhas sempre que alguém faz ponto (o que quase nunca acontece) ou quando quer que o pessoal bata palma. Mas durante as pausas a câmera filma a galera e teve até aquela coisa que a gente vê nos filmes, a câmera do beijo, que quem eles filmam tem que dar um beijinho. Muito fofo!
Então estou fazendo as coisas mais americanas possíveis que eu posso fazer, sozinha nesse fim-de-mundo. E são elas - comer, comprar, passear.
Ontem fui aos outlets com a firme intenção de gastar pelo menos 500 dólares em coisas chiques, bonitas, de trabalhar, e que custem milhares no Brasil. As duas primeiras horas não foram promissores não (comprei um set de meias de 10 reau haha), mas no final das contas acabei conseguindo uns bons deals (ou não, vai saber). O problema é que eu sou praticamente colorblind pra modas e cores, não faço idéia do que combina com o que, não consigo identificar o que é barango e o que é bonito, e acabo escolhendo no uni-duni-tê. A Lud me mandou comprar uma bolsa da Guess (que no Brasil custa milhares de dólares) e eu fiquei quase uma hora na loja, tentando descobrir se era melhor uma grande, uma preta, uma pequena, uma brilhosa, uma simples, uma com cara de 'olha-como-eu-sou-simplezinha-mas-na-verdade-nao-sou-pq-essa-bolsa-custa-os-turros', gente, como é que escolhe essa pourra!? E como é que ainda gasta 60 dólares numa BOLSA?! Aff. Preciso de um curso pra deixar de ser pobre.
Depois disso ainda consegui achar uns sapatos baratinhos na Nine West (a forma deles é perfeita pro meu pé, saltos altíssimos, bicos finíssimos, e TODOS sem exceção cabem confortavelmente nos meus pezinhos tortos), comprei umas bolsas na promoção da Wilson (minha loja preferida de todas, em matéria de coisas que parecem chiques mas são baratinhas) e pra fechar com chave de ouro comprei TRÊS TERNOS!! Ah, como eu fico feliz de ser chique! Agora eu sou a feliz possuidora de três, vejam bem, três terninhos, e posso ir trabalhar muito chique em SP! =)
(morrendo de medo de chegar em casa e a Lud falar que tudo que eu comprei é barango, mas... vamos torcer =)
***
Ontem fui com a minha chefe no jogo dos Pirates. Tenho que dizer - bêisebol é o jogo mais chato do mundo, mas ao vivo não é tão mal! O estádio é lindo, com vista pro rio e pros prédios, muito grande, muito organizado, muito limpo. Como foi minha primeira (e última?) vez, curti muito. Pena que o jogo é suuuuper parado, e a torcida não tá nem aí pro jogo - quem anima o jogo é um DJ que fica tocando musiquinhas sempre que alguém faz ponto (o que quase nunca acontece) ou quando quer que o pessoal bata palma. Mas durante as pausas a câmera filma a galera e teve até aquela coisa que a gente vê nos filmes, a câmera do beijo, que quem eles filmam tem que dar um beijinho. Muito fofo!
Dá pra ver que estou enrolando pra não fazer mala, né? Ontem consegui comprar uma outra duffel praticamente tão grande quanto a primeira que eu tinha, e estou confiante que vou conseguir enfiar todas as minhas coisas nelas sem muito choro e ranger de dentes. O problema é a quantidade de sapatos que eu tenho (entre botas, botas de neve, sapatos de salto, tênis e chinelos, vão ser uns 20 pares, juro), os livros (tentei não abusar mas não teve como) e umas coisas que eu só vou levar se couber, tipo meu edredon muito lindo e meu saco de dormir. Roupas, casacos, essas coisas comprimíveis e dobráveis, são fáceis. Boa sorte paeu!
quinta-feira, 20 de maio de 2010
Solsbury Hill
Minha passagem de volta acabou de ser emitida. Ay me voy otra vez, ay te dejo Morgantown! Sexta-feira que vem estou em casa, e segunda dia 31 começo em SP.
Ontem na festinha de despedida do projeto (à qual eu compareci 100% sóbria, usando apenas drogas inaláveis, e dancei até fecharem a pista, 1:30 da manhã) a Kelly disse uma coisa bonita - começos são assustadores, finais são tristes, mas é a parte do meio que a gente curte. É bonito e é bem coisa de americano retardado, mesmo. Porque não tem nada mais gostoso que começar alguma coisa nova, e não tem nada mais fantástico que terminar alguma coisa, fechar as malas e ir embora.
Não é difícil entender por que estou tão feliz de estar indo embora. Não saio daqui derrotada, mas foi muito mais difícil, chato e triste do que eu imaginava. Eu achei que fosse ser um passeio. Foram 7 meses sozinha, me ferrando no trabalho e fora dele, com dificuldade pra entender e me fazer entender, passando 6as à noite em casa por falta de companhia, fazendo boneco de neve sozinha, enterrando o carro na neve sozinha, desenterrando o carro da neve sozinha, fazendo parte da low-society porque ando com os indianos, fazendo um puta esforço pra aprender e aceitar a cultura deles e indo em festas em que ninguém dá a mínima pra falar numa lingua que você fala, tentando fazer amigos com pessoas que não querem ser seus amigos quando não convém a eles, ouvindo gente que só pensa no próprio umbigo, tratando com gente preconceituosa e mesquinha, dando murro em ponta de faca, vendo todas as minhas tentativas de 'me integrar' dando errado de uma maneira ou de outra. Não foi brinquedo. Não vou embora com a sensação que eu queria, de 'vim, vi, venci' porque eu só vim e vi. Mas eu tentei. E acho que, às vezes, basta.
Ontem na festinha de despedida do projeto (à qual eu compareci 100% sóbria, usando apenas drogas inaláveis, e dancei até fecharem a pista, 1:30 da manhã) a Kelly disse uma coisa bonita - começos são assustadores, finais são tristes, mas é a parte do meio que a gente curte. É bonito e é bem coisa de americano retardado, mesmo. Porque não tem nada mais gostoso que começar alguma coisa nova, e não tem nada mais fantástico que terminar alguma coisa, fechar as malas e ir embora.
Não é difícil entender por que estou tão feliz de estar indo embora. Não saio daqui derrotada, mas foi muito mais difícil, chato e triste do que eu imaginava. Eu achei que fosse ser um passeio. Foram 7 meses sozinha, me ferrando no trabalho e fora dele, com dificuldade pra entender e me fazer entender, passando 6as à noite em casa por falta de companhia, fazendo boneco de neve sozinha, enterrando o carro na neve sozinha, desenterrando o carro da neve sozinha, fazendo parte da low-society porque ando com os indianos, fazendo um puta esforço pra aprender e aceitar a cultura deles e indo em festas em que ninguém dá a mínima pra falar numa lingua que você fala, tentando fazer amigos com pessoas que não querem ser seus amigos quando não convém a eles, ouvindo gente que só pensa no próprio umbigo, tratando com gente preconceituosa e mesquinha, dando murro em ponta de faca, vendo todas as minhas tentativas de 'me integrar' dando errado de uma maneira ou de outra. Não foi brinquedo. Não vou embora com a sensação que eu queria, de 'vim, vi, venci' porque eu só vim e vi. Mas eu tentei. E acho que, às vezes, basta.
sexta-feira, 14 de maio de 2010
Take a drink from his special cup, Dr. Robert
Faz um dois meses que tive umas dores de cabeça absurdas, mas tomei umas aspirinas, achei que fosse 'sicológico', uma reação do meu cérebro preguiçoso a ter que pensar muito, e fiquei por isso mesmo.
Mas como fico com saudade do meu otorrino, fui visitá-lo essa semana. E ele me mandou logo fazer uma tomografia e diagnosticou meleca inflamada na testa. E falou que eu tenho que entrar na faca pra abrir o furinho que (não) deixa passar a meleca.
Dois dias depois fui visitar o cirurgião que possivelmente vai fazer a cirurgia. Nas palavras dele -
'Ah, essa cirurgia aí é tranquila!, o complicado é a área, né? Porque você tá vendo aqui?, tenho que operar esse pedaço aqui, desse lado é o cérebro e desse lado é o olho. Coisa de 2, 3 milímetros. Mas fica tranquila que se cutucar o cérebro, ou acertar o olho, sou eu mesmo que conserto, beleza?'
Beleza! Tou tranquilíssima!
(mas não marquei a faca ainda não. primeiro vou tomar uma dose fortíssima de antibiótico e antiinflamatório pra ver se passa, começando amanhã, porque hoje tem casamento do Puff e eu tenhoo que tomar cachaça pra comemorar! =)
Mas como fico com saudade do meu otorrino, fui visitá-lo essa semana. E ele me mandou logo fazer uma tomografia e diagnosticou meleca inflamada na testa. E falou que eu tenho que entrar na faca pra abrir o furinho que (não) deixa passar a meleca.
Dois dias depois fui visitar o cirurgião que possivelmente vai fazer a cirurgia. Nas palavras dele -
'Ah, essa cirurgia aí é tranquila!, o complicado é a área, né? Porque você tá vendo aqui?, tenho que operar esse pedaço aqui, desse lado é o cérebro e desse lado é o olho. Coisa de 2, 3 milímetros. Mas fica tranquila que se cutucar o cérebro, ou acertar o olho, sou eu mesmo que conserto, beleza?'
Beleza! Tou tranquilíssima!
(mas não marquei a faca ainda não. primeiro vou tomar uma dose fortíssima de antibiótico e antiinflamatório pra ver se passa, começando amanhã, porque hoje tem casamento do Puff e eu tenhoo que tomar cachaça pra comemorar! =)
domingo, 9 de maio de 2010
Cidadã de segunda classe
Esse negócio de ser cidadã de 2a classe é foda.
Ontem rolou a seguinte pérola:
'não sei porque você está reclamando! é MUUUITO mais vantagem ser mulher!'
'uai, legal. então vc preferia ser mulher?'
'eu!? MAS NUNCA!'
Tipo assim, nossa, o Haiti é super legal, maior vantagem morar lá. Mas eu!? eu não né!?
E esse é o tipo de gente que a gente espera que seja racional, depois de fazer 5 anos de engenharia. Antes falasse "ser mulher é uma merda e vocês que se fodam", é machista mas não é irracional - sim, eu prefiro que seja machista a que seja irracional. Com pessoas racionais a gente discute, argumenta. E pelo menos ele saberia que é machista e seria porque quer, não porque nem percebe que é.
O que é que a gente faz? Pega um martelo e bate na testa desse povo? =I
Ontem rolou a seguinte pérola:
'não sei porque você está reclamando! é MUUUITO mais vantagem ser mulher!'
'uai, legal. então vc preferia ser mulher?'
'eu!? MAS NUNCA!'
Tipo assim, nossa, o Haiti é super legal, maior vantagem morar lá. Mas eu!? eu não né!?
E esse é o tipo de gente que a gente espera que seja racional, depois de fazer 5 anos de engenharia. Antes falasse "ser mulher é uma merda e vocês que se fodam", é machista mas não é irracional - sim, eu prefiro que seja machista a que seja irracional. Com pessoas racionais a gente discute, argumenta. E pelo menos ele saberia que é machista e seria porque quer, não porque nem percebe que é.
O que é que a gente faz? Pega um martelo e bate na testa desse povo? =I
Back in black
Voltei porque tenho novidades bombásticas.
Parece que sou eu que quebro o brinquedo, e não sei se o próximo projeto vai confirmar isso, mas o fato é que meu projeto atual foi SUSPENSO. Uma outra empresa grandona comprou nosso cliente e suspenderam todos os projetos em andamento, sem data pra retorno. Quanto a nós, temos até o final do mês pra terminar o que estamos fazendo, fazer as malas e partir.
Eu fiquei muito contente com a notícia - me livrei de Fairmont, de cidade pequena, da equipe maluca, do projeto-barato-copiado-do-anterior, de uma quantidade absurda de trabalho chato, e de várias outras coisas ruins que estou com preguiça de explicar.
E fiquei muito impressionada com isso - porque eu achava que me apegava fácil. Achava que ia ter saudade, que ia cantar Country Roads vestida com minha camisa dos Mountaineers, coisa e tal. Nada! Quero é ir embora daqui! =)
***
Ainda não sei pra onde vou. No Brasil estamos bombando (pós-crise né?) e tem vários projetos bacanas; já me reservaram pra São Paulo mas não necessariamente vou pra lá. Fora isso tem um projeto que eu quero MUUUUITO mas é sem chance de eu conseguir (é produtos, não resources), em Novaiorque, uns outros projetos mais sem graça pelos EUA e um projeto que pode-ser-que-saia-pode-ser-que-não que seria ultrafodástico - no Havaí. Já prometi aos deuses da alocação que se eu conseguir esse, faço aula de surfe todo dia. =)
Como sempre, não vou saber pra onde vou até os 45 do segundo tempo, e como sempre estou tentando NÃO me estressar com isso, mas quem é que consegue? =)
Parece que sou eu que quebro o brinquedo, e não sei se o próximo projeto vai confirmar isso, mas o fato é que meu projeto atual foi SUSPENSO. Uma outra empresa grandona comprou nosso cliente e suspenderam todos os projetos em andamento, sem data pra retorno. Quanto a nós, temos até o final do mês pra terminar o que estamos fazendo, fazer as malas e partir.
Eu fiquei muito contente com a notícia - me livrei de Fairmont, de cidade pequena, da equipe maluca, do projeto-barato-copiado-do-anterior, de uma quantidade absurda de trabalho chato, e de várias outras coisas ruins que estou com preguiça de explicar.
E fiquei muito impressionada com isso - porque eu achava que me apegava fácil. Achava que ia ter saudade, que ia cantar Country Roads vestida com minha camisa dos Mountaineers, coisa e tal. Nada! Quero é ir embora daqui! =)
***
Ainda não sei pra onde vou. No Brasil estamos bombando (pós-crise né?) e tem vários projetos bacanas; já me reservaram pra São Paulo mas não necessariamente vou pra lá. Fora isso tem um projeto que eu quero MUUUUITO mas é sem chance de eu conseguir (é produtos, não resources), em Novaiorque, uns outros projetos mais sem graça pelos EUA e um projeto que pode-ser-que-saia-pode-ser-que-não que seria ultrafodástico - no Havaí. Já prometi aos deuses da alocação que se eu conseguir esse, faço aula de surfe todo dia. =)
Como sempre, não vou saber pra onde vou até os 45 do segundo tempo, e como sempre estou tentando NÃO me estressar com isso, mas quem é que consegue? =)
domingo, 18 de abril de 2010
segunda-feira, 12 de abril de 2010
sábado, 10 de abril de 2010
Quando eu vim do Brasil da última vez (três meses atrás, vejam só), eu 'truxe' duas garrafas de cachaça, 4 leites condensados (da Bia!) e duas latas de doce de leite viçosa (hummm). E me dei conta que daqui a um mês estou voltando ao Brasil e não usei nada disso.
Bom, as cachaças é óbvio por que não usei - não tenho amigos (snif!), os amigos que tenho não bebem (snif!), e ninguém gosta de mim (snif!). E ainda não tou tão no fundo do poço pra beber sozinha em casa.
Já os leites condensados e doces de leite, é por pura incompetência culinária mesmo. Outro dia fiz cocada (nas versões com dedo ralado e sem dedo ralado), e todo mundo gostou (da branca, SEM leite condensado! hehe). E essa semana fiz rocambole, que ficou muuuuito feio e muito quebrado, mas bom que só. O que é que tem doce de leite que não fica bom, né?

Agora estou pensando o que fazer com a outra lata de doce, e com as latinhas de leite condensado, nesse mês que falta antes de eu ir pro Brasil. Além de brigadeiro, alguém tem alguma outra sugestão?
Bom, as cachaças é óbvio por que não usei - não tenho amigos (snif!), os amigos que tenho não bebem (snif!), e ninguém gosta de mim (snif!). E ainda não tou tão no fundo do poço pra beber sozinha em casa.
Já os leites condensados e doces de leite, é por pura incompetência culinária mesmo. Outro dia fiz cocada (nas versões com dedo ralado e sem dedo ralado), e todo mundo gostou (da branca, SEM leite condensado! hehe). E essa semana fiz rocambole, que ficou muuuuito feio e muito quebrado, mas bom que só. O que é que tem doce de leite que não fica bom, né?

Agora estou pensando o que fazer com a outra lata de doce, e com as latinhas de leite condensado, nesse mês que falta antes de eu ir pro Brasil. Além de brigadeiro, alguém tem alguma outra sugestão?
quarta-feira, 7 de abril de 2010
Lolla we go
Saiu o line-up do Lollapalooza e eu vou! (e a Bia vai também!)
Caso vocês conheçam alguma dessas bandas desconhecidas, favor me avisar pra eu saber que é boa e não perder o show! =)
• Soundgarden
• Green Day
• Lady Gaga
• Arcade Fire
• The Strokes
• Phoenix
• Social Distortion
• MGMT
• Jimmy Cliff
• Hot Chip
• The Black Keys
• The National
• Spoon
• Devo
• Cypress Hill
• Cut Copy
• The New Pornographers
• Erykah Badu
• Slightly Stoopid
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• Gogol Bordello
• Chromeo
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• AFI
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• The xx
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• Blues Traveler
• Edward Sharpe & The Magnetic Zeros
• The Temper Trap
• Jamie Lidell
• Frightened Rabbit
• F**k Buttons
• Deer Tick
• Blitzen Trapper
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• Raphael Saadiq
• The Cribs
• Minus the Bear
• Switchfoot
• The Walkmen
• Mumford & Sons
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• Rogue Wave
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• Hockey
• Cymbals Eat Guitars
• B.o.B
• Dawes
• Warpaint
• The Antlers
• The Soft Pack
• Rebelution
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• American Bang
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• Mimicking Birds
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• HEALTH
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• Foxy Shazam
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• Royal Bangs
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• Semi Precious Weapons
• Dan Black
• The Band of Heathens
• Dragonette
• My Dear Disco
• Shawn Fisher
• Neon Hitch
• Skybox
• The Ettes
• Jukebox the Ghost
• These United States
• MyNameIsJohnMichael
Caso vocês conheçam alguma dessas bandas desconhecidas, favor me avisar pra eu saber que é boa e não perder o show! =)
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terça-feira, 6 de abril de 2010
segunda-feira, 29 de março de 2010
Ir a museus anda sendo uma experiência mais ruim do que boa.
Quando eu vou em museus de arte, a primeira tristeza é que não tenho tempo de ver tudo. Só dar uma olhada nas partes preferidas e ir embora, às vezes deixando alas inteiras intocadas. Se o museu é meia boca ou se eu não fui nas artes decorativas (odeio artes decorativas!), tudo bem. Mas se é um bom museu, eu vou embora com o coração na mão. A segunda tristeza é que eu não entendo nada de arte, e tudo seria tão mais legal se eu entendesse! Dessa vez contei umas coisas que eu sei pras pessoas que estavam comigo e fiquei impressionada de como isso fez o museu passar automaticamente de chatíssimo pra interessante (e olha que eu não sei quase nada).
Até aí tudo triste mas tudo bem - eu só preciso de mais tempo pra estudar, estudar, estudar, e voltar aos museus depois. Mas a situação complica mais quando eu vou em museus de ciências.
As duas tristezas de cima se repetem - afinal de contas, nunca dá tempo de ver tudo, e muitas vezes eu não tenho conhecimento pra ver como certas coisas são legais (tipo a garrafa de contreau do Gamow - http://en.wikipedia.org/wiki/Ylem). Mas tem uma 3a tristeza que é pior ainda - o fato de eu não estar lá, de eu não estar criando ciência, pesquisando coisas novas, ajudando a andar com o mundo pra frente! Eu cheguei perto dessa rota, enquando estava cursando engenharia, mas abandonei (a razão oficial é falta de talento). Ai, que tristeza!
***
Então, na linha do 'não faço nada pra melhorar o mundo', pensei em 3 opções de médio prazo. A primeira continua sendo eu largar tudo, fazer medicina, e virar médica sem fronteiras. A segunda é voltar pra engenharia, e tentar fazer alguma coisa com isso - mas acho difícil. E a terceira é eu estudar uns anos e fazer concurso pra virar embaixadora! Tão legal quanto ser médica e muito mais glamuroso! (ou não, porque vão me mandar prum fim-de-mundo pior que fairmont)
Agora falando sério. Se você quisesse fazer alguma coisa pra melhorar o mundo, o que seria?
Quando eu vou em museus de arte, a primeira tristeza é que não tenho tempo de ver tudo. Só dar uma olhada nas partes preferidas e ir embora, às vezes deixando alas inteiras intocadas. Se o museu é meia boca ou se eu não fui nas artes decorativas (odeio artes decorativas!), tudo bem. Mas se é um bom museu, eu vou embora com o coração na mão. A segunda tristeza é que eu não entendo nada de arte, e tudo seria tão mais legal se eu entendesse! Dessa vez contei umas coisas que eu sei pras pessoas que estavam comigo e fiquei impressionada de como isso fez o museu passar automaticamente de chatíssimo pra interessante (e olha que eu não sei quase nada).
Até aí tudo triste mas tudo bem - eu só preciso de mais tempo pra estudar, estudar, estudar, e voltar aos museus depois. Mas a situação complica mais quando eu vou em museus de ciências.
As duas tristezas de cima se repetem - afinal de contas, nunca dá tempo de ver tudo, e muitas vezes eu não tenho conhecimento pra ver como certas coisas são legais (tipo a garrafa de contreau do Gamow - http://en.wikipedia.org/wiki/Ylem). Mas tem uma 3a tristeza que é pior ainda - o fato de eu não estar lá, de eu não estar criando ciência, pesquisando coisas novas, ajudando a andar com o mundo pra frente! Eu cheguei perto dessa rota, enquando estava cursando engenharia, mas abandonei (a razão oficial é falta de talento). Ai, que tristeza!
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Então, na linha do 'não faço nada pra melhorar o mundo', pensei em 3 opções de médio prazo. A primeira continua sendo eu largar tudo, fazer medicina, e virar médica sem fronteiras. A segunda é voltar pra engenharia, e tentar fazer alguma coisa com isso - mas acho difícil. E a terceira é eu estudar uns anos e fazer concurso pra virar embaixadora! Tão legal quanto ser médica e muito mais glamuroso! (ou não, porque vão me mandar prum fim-de-mundo pior que fairmont)
Agora falando sério. Se você quisesse fazer alguma coisa pra melhorar o mundo, o que seria?
sexta-feira, 26 de março de 2010
Essa semana umas 3 pessoas me perguntaram o que eu faço (e uma delas falou que eu sou que nem o Chandler! humpf!). Acho que a curiosidade toda foi porque eu estava trabalhando do Caribe =)
Mas não, meu trabalho não é fantástico, e não é sempre que eu sou apaixonada por ele não. Por enquanto eu penso que ele me dá a oportunidade de viajar (daqui a uns anos, posso pensar que ele me obriga a viajar). E não só de viajar, mas de morar em lugares diferentes, e conhecer gente diferente (isso acho que nunca vou parar de gostar).
Mas essa vida é muito longa pra fazer a mesma coisa por 40 anos. Talvez eu me anime a fazer que nem uma certa milionária-to-be que eu conheço planeja - trabalhar a sério até ter uma graninha boa, depois mudar de país a cada ano trabalhando de garçonete, recepcionista, balconista, motorista...
Ou isso ou quero cursar medicina. Me deixa um pouco insatisfeita que minhas habilidades engenharísticas/computadorísticas sejam absolutamente inúteis no caso de uma catástrofe mundial, ou mesmo pra ajudar as pessoas ao meu redor.
Mas não, meu trabalho não é fantástico, e não é sempre que eu sou apaixonada por ele não. Por enquanto eu penso que ele me dá a oportunidade de viajar (daqui a uns anos, posso pensar que ele me obriga a viajar). E não só de viajar, mas de morar em lugares diferentes, e conhecer gente diferente (isso acho que nunca vou parar de gostar).
Mas essa vida é muito longa pra fazer a mesma coisa por 40 anos. Talvez eu me anime a fazer que nem uma certa milionária-to-be que eu conheço planeja - trabalhar a sério até ter uma graninha boa, depois mudar de país a cada ano trabalhando de garçonete, recepcionista, balconista, motorista...
Ou isso ou quero cursar medicina. Me deixa um pouco insatisfeita que minhas habilidades engenharísticas/computadorísticas sejam absolutamente inúteis no caso de uma catástrofe mundial, ou mesmo pra ajudar as pessoas ao meu redor.
quinta-feira, 25 de março de 2010
I'm the unluckiest girl in the world
Estou em Miami.
E meu cartão de crédito está na carteira do Leo, que está no Panamá.
E pra pegar o ingresso da festa que eu vou aqui em Mia tem que mostrar o cartão de crédito que você usou pra comprar - adivinha qual é?! =)
E barraram meus runs caribenhos ontem no aeroporto, por burrice da American Airlines (era um appleton 12 anos e um flor de caña 12 anos... não posso nem pensar nisso sem me dar vontade de chorar de tristeza).
E claro, todas essas coisas superdivertidas acontecem nas 24 horas da minha viagem em que estou sozinha. Yey.
*** edit ***
A PMO do meu projeto renovou meu aluguel do carro enquanto eu estava aqui, e acabou de me mandar email avisando que correu tudo bem mas... por incompetência da moça da Hertz, eles deletaram todas as informações do meu cartão de crédito e ela teve que usar o dela. Então na 2a feira eu tenho que ir lá apresentar meu cartão pra eles consertarem o cadastro... adivinha qual cartão eu uso!?
E meu cartão de crédito está na carteira do Leo, que está no Panamá.
E pra pegar o ingresso da festa que eu vou aqui em Mia tem que mostrar o cartão de crédito que você usou pra comprar - adivinha qual é?! =)
E barraram meus runs caribenhos ontem no aeroporto, por burrice da American Airlines (era um appleton 12 anos e um flor de caña 12 anos... não posso nem pensar nisso sem me dar vontade de chorar de tristeza).
E claro, todas essas coisas superdivertidas acontecem nas 24 horas da minha viagem em que estou sozinha. Yey.
*** edit ***
A PMO do meu projeto renovou meu aluguel do carro enquanto eu estava aqui, e acabou de me mandar email avisando que correu tudo bem mas... por incompetência da moça da Hertz, eles deletaram todas as informações do meu cartão de crédito e ela teve que usar o dela. Então na 2a feira eu tenho que ir lá apresentar meu cartão pra eles consertarem o cadastro... adivinha qual cartão eu uso!?
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